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Neurociência comportamental: tudo que você precisa saber
Gestão

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Neurociência comportamental: tudo que você precisa saber

Quando elencamos as habilidades fundamentais para se tornar um líder de sucesso, a inteligência emocional sempre surge como uma das principais qualidades. Ela é representada pela capacidade do gestor de lidar com suas próprias emoções, o que o torna mais eficiente nas tomadas de decisões. Contudo, nem todos estão cientes da conexão desse perfil comportamental com a neurociência. 

Neste artigo, exploraremos o conceito da neurociência comportamental e sua aplicação na gestão de pessoas em um ambiente corporativo, bem como nas tomadas de decisões estratégicas.

Vamos apresentar as principais informações que você precisa saber para ter um entendimento completo de como a neurociência influencia no dia a dia de uma empresa e como ela ajuda a separar gestores de sucesso de profissionais que não conseguem espaço no mercado de trabalho de alta performance.

Estão prontos? 

O que é neurociência?


Definir neurociência não é tão difícil, até porque seu nome já diz muito sobre seu significado.

A neurociência é a ciência que estuda o sistema nervoso, que é formado pelo cérebro, medula espinhal e nervos periféricos, e que são os objetos de pesquisa dos neurocientistas. 

O seu estudo tem se tornado essencial para o entendimento de algumas questões relativas ao ser humano, como por exemplo, como nós lidamos com as emoções, ou o que torna um indivíduo tão diferente de outro. 

Essas perguntas formam a base para o estudo da neurociência. 

O que é neurociência comportamental?


A neurociência abrange diversos campos de estudo, como a neuropsicologia e a neurofisiologia. Entretanto, neste momento, nosso foco está na neurociência comportamental, que se conecta à psicologia comportamental e desempenha um papel fundamental na análise da relação entre fatores internos, como nossas emoções, e nosso comportamento visível, como nossa fala e gestos.

A neurociência comportamental também se debruça sobre a construção de nossa personalidade, sobre a origem de nossas características comportamentais, e como lidamos de maneiras distintas com as situações do cotidiano, como a rotina numa empresa ou ainda no desenvolvimento de um trabalho de gestão e de liderança numa organização.

Por que existem pessoas aptas a liderar pessoas e a guiá-las nas suas funções corporativas e outras que não conseguem sequer lidar emocionalmente com seus colegas colaboradores no ambiente de trabalho?

Quais são as qualidades comportamentais que fazem de um colaborador um profissional de alta performance e como a neurociência ajuda a explicar a existência destes perfis tão desejados por empresas? 

Estas são questões que a neurociência comportamental busca entender e que vamos conhecer mais a partir de agora.    

Como a neurociência pode ser aplicada na gestão de pessoas?


A neurociência pode ser uma grande aliada para entendermos as motivações que um colaborador possui para realizar as entregas em uma empresa e assim fazer um gerenciamento eficiente de pessoas no ambiente de trabalho.

Ela pode auxiliar das seguintes maneiras:

Compreendendo o fator motivação e como ele se transforma em engajamento

Quem é gestor ou colaborador sabe o quão importante é a motivação e o engajamento no dia a dia profissional. 

A motivação é um dos temas de estudo da neurociência comportamental, que busca analisar como ela se relaciona com fatores externos e internos do nosso corpo.

É imprescindível entender o que está por trás da motivação ou o que faz alguém estar engajado ou não nas suas ações. Sabemos que a falta de motivação é um dos grandes problemas corporativos e que tem atingido cada vez mais pessoas.

Sua compreensão se torna uma peça importante para melhorar o ambiente de trabalho e consequentemente, a produtividade.

Mostrando a importância do bom ambiente e do equilíbrio emocional coletivo

A neurociência comportamental mostra que a relação entre ambiente e produtividade não é questão de opinião, mas sim um fato científico.

A construção de um bom ambiente de trabalho, aliado a uma liderança exercida de forma inteligente, equilibrada e empática, ajudam e muito a construir os elementos que fazem uma organização ser bem sucedida no universo corporativo.

Trabalhando a favor da fisiologia humana no ambiente de trabalho

No passado, acreditávamos em uma nítida divisão entre nosso comportamento no âmbito pessoal e profissional. No entanto, a neurociência tem revelado que somos seres humanos de forma unificada em ambas as perspectivas.

Assim, a partir desta mudança de pensamento, nós podemos definir estratégias que criem um ambiente de bem estar, harmonia, equilíbrio e tranquilidade, que vai ajudar no aumento de produtividade.  

Ao trabalhar em favor da fisiologia, estamos dando mais um passo na construção dos elementos que nos fazem agir da forma mais adequada para atingirmos metas profissionais. 

Neurociência e o Mindset

Quando falamos em mindset, nos referimos basicamente às características da mente humana que vão determinar as nossas atitudes, nosso comportamento e nossas ações.

Assim, é fácil entender como a neurociência se relaciona de forma bem íntima com o mindset, pois é o seu estudo que nos mostra como se dá a construção de uma mentalidade de líder, por exemplo.

O mindset influencia completamente as nossas ações cotidianas, já que ele diz respeito ao nosso modo de pensar. 

A neurociência, ao estudar o comportamento humano e a sua relação com as emoções, acaba nos oferecendo muitas informações sobre a importância de um modo de pensar inteligente para uma organização.

Um mindset em constante evolução tem o potencial de se tornar uma referência no ambiente corporativo. Líderes, em particular, têm o objetivo de aprimorar sua abordagem para interpretar o mundo, tornando suas ações cada vez mais estratégicas e benéficas para a empresa.

Neurociência das emoções e da tomada de decisão


Para entender como a neurociência lida com as tomadas de decisões, podemos destacar um estudo feito pela tradicional revista Nature, que evidencia como os aspectos inconscientes influenciam no processo de tomada de decisão.

No estudo, um grupo de pesquisadores foi capaz de prever as escolhas que os participantes fariam até 11 segundos antes deles declararem conscientemente suas decisões, isso através do padrão de atividade cerebral que eles apresentavam nesse espaço de tempo.

Ou seja, as tomadas de decisões acontecem primariamente a partir de processos inconscientes, que ao atingirem a consciência dão origem a decisão propriamente dita.

Isso significa que precisamos entender a origem de nossas ações para aperfeiçoá-las. Mesmo um gestor de alta performance precisa equilibrar as suas tomadas de decisões com base em elementos racionais, lógicos, emocionais e inconscientes. 

O processo de tomada de decisões se relaciona com a nossa capacidade de gerenciar todos esses elementos e de criar as expectativas certas sobre o que nos influencia de verdade em nossas decisões.

A neurociência desta forma pode ser uma grande aliada para líderes e pode auxiliar na criação de  melhores estratégias para o desenvolvimento das habilidades relacionadas ao ato de tomar decisões estratégicas.     

Neurociência e a teoria do cérebro trino


Vimos aqui que a tomada de decisão é uma parte importante do comportamento de um líder. Porém, ela também é um elemento usado por pessoas comuns em ações como a finalização de uma compra.

Para entender como a neurociência pode nos ajudar na compreensão do processo de finalização de uma compra vamos nos apoiar em uma teoria que ficou famosa no mundo dos negócios: a teoria do cérebro trino.

O que ela diz?

O neurocientista Paul MacLean defendia em seu estudo que o nosso cérebro é dividido em três partes diferentes, cada uma responsável por uma resposta, como emoção, reação, ação e, inclusive, a tomada de decisão.

Ou seja, seria como se nosso cérebro fosse gerido por três unidades diferentes, mas interligadas, que exercem influência uma sobre a outra.

Assim, caberia a neurociência entender o funcionamento do cérebro trino e a sua ligação com a tomada de decisões, para então buscar estratégias que facilitem o processo de vendas em uma empresa, por exemplo.

De acordo com a teoria, não é apenas o cérebro racional que toma a decisão de compra, e sim elementos do inconsciente, e isso ocorre desde o primeiro momento que uma pessoa é apresentada ao produto ou serviço.

Ou seja, com abordagens e estímulos corretos é possível usar a neurociência comportamental para alavancar as vendas em uma empresa.

Benefícios do uso da neurociência no mundo corporativo