Logotipo Coonect.se
Banner Felicidade e Espiritualidade no trabalho: Por que sua empresa precisa saber? Banner Felicidade e Espiritualidade no trabalho: Por que sua empresa precisa saber?
Gestão
10/04/2021 Adilson Souza

Felicidade e Espiritualidade no trabalho: Por que sua empresa precisa saber?

Você sabe por que se tem produzido tanto conteúdo sobre felicidade e espiritualidade? Alguém já te perguntou se você é feliz no trabalho? Você já perguntou isso para alguém? Você conhece mais pessoas que responderam sim ou pessoas que responderam não? De qual grupo faz parte? Quais os sentimentos que vem com suas respostas? 

Se isso te deixou inquieto, siga comigo, mas se ficou confortável, fique preocupado. Tenho alguns questionamentos importantes para te fazer ao longo deste texto.

Vou estabelecer algumas correlações de Felicidade e Espiritualidade com as gerações, mercado e produtividade.


1) Gerações

No que diz respeito às gerações, quanto mais tempo cronológico se tem, menos se questiona o mundo do trabalho. A relação era apenas de troca, alguém trocava tempo e trabalho por salários e os lucros ficavam, em sua esmagadora maioria, com o dono do negócio. Condições de trabalho passavam pela "bondade" do empregador e não pelo dever em proporcionar condições adequadas de trabalho.. 

E isso tudo são tempos antigos? Não necessariamente!

Então, ninguém era feliz no trabalho? É óbvio que não, muita gente já conseguia se perguntar o quanto queria ser feliz realizando o que se propunha a realizar.

Então o que havia em comum e diferente com essas gerações.

A grande multidão não se questionava e o questionamento é um dos primeiros passos para a evolução da consciência espiritual. Numa sociedade em que se estimula pouco o questionamento, a evolução acontece em passos lentos, fazendo com que o seu maior contingente permaneça na multidão e essa mesma multidão é manipulada pela condicionante chamada medo ou recompensa.

Ter consciência não nos dá o direito de ficarmos revoltados e sim em ter a visão para uma evolução na forma de pensar, sentir e agir para uma nova forma de vida. 

Tal forma nos instiga não só responder à pergunta se queremos felicidade no trabalho, mas principalmente o que fazem (pessoas e organizações) para que os outros sejam felizes.

Já as gerações mais recentes nasceram com esses questionamentos, que foram intensificados quando começaram a ter evidências de que a vida era muito mais do que o trabalho que os seus pais realizavam. 

Viram muitos deles acumulando bens e fortunas, não tendo tempo para viver a vida, curtir familiares e amigos. Muitos deles adoeceram no final de suas vidas, ou mesmo, tiveram suas vidas encurtadas porque adoeceram com o trabalho ou estilo de vida. 

Alguns deles ainda tiveram dificuldade de entender por que os seus filhos não quiseram tocar o negócio da família.

E você tocaria?


2) Mercado